Verdes vales do fim do mundo

9 jan

Concordo com Antonio Bivar, quando ele fala que esse título diz tudo. Pra mim ele não se resume ao livro, mas a muitas coisas, da mesma forma que o nome do segundo livro dele: Longe daqui aqui mesmo.

É, aprendi a ser romântica. Nada de conto de fadas, romântica nas ideias. Não sei bem explicar, mas sou. Tenho uma herança, não sei vinda da onde, muito forte. Acredito, me tornei uma otimista. Obrigada a todos os pessimistas que convivi, por terem me ensinado a olhar o outro lado de tudo, e aos otimistas, por me mostrarem como é mais fácil encarar o lado bom da vida.

É, nem tudo são rosas o tempo todo. Sofro, me magoo, enfim, coisas ruins acontecem comigo e não saio ilesa. Eu poderia, agora mesmo, falar de muitas coisas que me fazem ficar triste e tal, mas não, prefiro pensar que coisas muito boas estão por vir, que coisas maravilhosa, que superam as ruins, estão acontecendo. então baby, don’t worry, be happy.

Ok, mas o que eu ia falar na verdade era sobre o Antonio Bivar. Obrigada por me emprestar este livro, grande presente de 2012. Acho que eu nunca mais serei a mesma depois de ler Antonio Bivar. Meu deus, me apaixonei de tal forma pelo texto desse homem, que só vendo.

Ele tem uma narrativa exatamente como eu adoro, aquela que prende, que te faz entrar na história, vivenciar os acontecimentos. Admiro quem consegue escrever assim. Entro num mundo que não vivi, num período que já estudei e li tanto sobre, que tem dias que me pergunto se não tô na época errada, vivendo da maneira errada.

Dai toda a ideia de ir pra Quebec, de virar hippie e me juntar ao Rainbow. Pois é, possivelmente essa é mais uma de minhas ideias romanticas, utópicas, que eu nunca faça. Mas viver com as leis do amor, pra mim, isso é o ideal. E sim, sou totalmente a favor do amor livre (não da putaria e libertinagem, vejamos bem, são coisas muito diferentes!!!), sou a favor da felicidade acima de tudo, da paz, do amor, das coisas boas. Isso é o que eu mais tenho desejado a todo mundo que conheço e principalmente as pessoas que me magoaram, machucaram e me fizeram sofrer em algum momento da vida.

Acredito na lei do retorno, de que tudo que vai, volta. Que as energias que enviamos, voltam.

Okay, perdi o foco, queria mesmo era falar do Antonio Bivar… Acabei viajando em outras cositas. Talvez porque ultimamente eu ande assim, meio dispersa, meio confusa, meio querendo tudo, hiperativa, feliz, apaixonada. É, acreditem, aprendi que vale muito se apaixonar diariamente, por nós mesmos, e isso não é ato de egoismo.

Talvez seja coincidência, mas sigo indicando o livro do Antonio Bivar: verdes vales do fim do mundo e longe daqui aqui mesmo.

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