‘q dure o tempo q vc gostar de mim’

16 abr

Semana passada, lendo a coluna do Ivan Martins na Época e, hoje, escutando A Banda Mais Bonita da Cidade, tive certeza que não sou romântico mas que sou uma eterna apaixonada. Apaixonada pela vida, pelos meus amigos e por amores.

Quem não gosta de se apaixonar que a tire a primeira pedra. Mas aprendi que se apaixonar por ume pessoa dá tanto trabalho que prefeiro me apaixonar diariamente por mim mesma, pela vida, pelas coisas simples que me fazem sorrir.

Acho que vou levar esse trecho (título do post) como lema: ‘que dure o tempo que você gostar de mim […] só me deixe quando o lado bom for menor que o ruim’. Concordo com isso e tudo aquilo que passa a ter o lado bom menos qe o ruim eu deixo pra tras. Coisas ruins não encantam ninguém, não movem ninguém, a não ser pro lado contrário.

É, Across the Universe (filme que o Ivan começa seu texto e o qual eu amo muito) fala de um tipo de amor que eu acho mágico, perfeito e por isso utópico, assim como tudo que aconteceu de mais belo nos anos 60/70. Tudo tão belo, profundo e utópico. Acredito em sonhos, em amores, mais do que nisso no real, no concreto, no dia a dia.

Mas desejo que um dia todos consigam viver novamente num desejo real de paz e amor, porque se continuar do jeito que tá, eu tenho medo do que vai acontecer.

Mais amor a tudo. E que as coisas ruins fiquem para tras, se forem maiores que as boas.

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