Archive | setembro, 2013
28 set

Todos vamos morrer.
Não podemos escolher como ou quando.
Mas podemos decidir como iremos viver.
Então, faça isso.
Decida.
Essa é a vida que você quer viver?
Essa é a pessoa que quer amar?
Esse é o melhor que você pode ser?
Você consegue ser mais forte?
Mais gentil?
Ter mais compaixão?
Decida.
Inspire.
Expire.
E decida.
A espera pode te matar.
Você toma uma decisão e o mundo tem que girar.
As consequências aparecem, longe do seu controle.
Só existe uma coisa que faz sentido naqueles momentos enquanto espera.
Seja lá o que escolheu, está errado.

(Greys Anatomy, s10e01)

sobre dores e amores

25 set

pessoa 1: Pq q quando a gente sente tenta dor a gente fica maiiiiiiiiiiiis carente?

pessoa 2: Porque a gente fica mais sensível.

pessoa 1: pqp.

Fim do diálogo.(mentira, mas o resto não importa).

9_800

Foto: Hollie Fernando

E dai eu fico pensando sobre a sensibilidade do ser humano. Aguentamos tantas coisas na vida, mas cada um tem o seu limite. O limite da dor física e da psicológica.
Em época que tanta gente usa drogas, bebe sem limites, e, infelizmente, comete suicídio e/ou homicídio, me faz pensar nos limites das dores.
Logicamente que das minhas próprias dores. Talvez porque num curto (opa, mesmo!) período eu tenha sentindo os dois tipos de dores de forma intensa (assumo, a física foi milhões de vezes pior!). De qualquer forma, penso até que ponto aguento mais, ou não, sentir dor.

Difícil de saber, pois sempre estamos testando nossos limites, certo?

Mas acho que cheguei a um ponto que não tolero mais a dor, mesmo que seja pouca, para mim é sempre intensa de mais, como se sempre houvessem feriadas abertas, e há, tantas feridas ainda que não cicatrizaram, que eu não consegui limpar direito e tão ali, com uma casquinha que vez ou outra me incomoda.
Daí, quando vem a dor física,  o que fazer? Parece que ela me mostra toda a dor psiquica que eu tenho, medos e desejos, todos expostos, juntos. Mas ao mesmo tempo uma coragem enorme de foda-se, não pode doer mais do que dói.

Pois é, mais uma vez o ser humano testando os limites de sua própria dor.

O diálogo inicial, concordo, quando estamos com dor física ficamos mais sensíveis, mais sentimentais e ao mesmo tempo mais dispostos a nos expormos mais, pois não tem como doer mais do que já tá doendo.

 

 

 

(500) dias com ela [2]*

16 set

O que me faz amar esse filme é a honestidade da Summer.
É, em plena segunda feira eu me pego pensando no filme de novo!
Vamos ao desabafo: odeio injustas, pessoas falsas, enroladas e sobretudo quem tira proveito. Odeio mais ainda quem acha isso tudo “normal”. Não, não é normal, essa sociedade hipócrita e egoísta que acha normal pisar nos outros, tirar proveito, se mal educado, frio, falso, manipulador e sei lá eu mais o que. Onde não há mais limites de certo e errado, de bom e mau, de nada, pessoas matam, roubam, enterram cães vivos, batem e estupram crianças de meses, fazem mal à própria família, é, não é pessimismo, infelizmente é a realidade.
Roubou, assalto, assassinatos em massa. Isso tudo causado pelo homem, aquele igual a você.
Até quando?
Até quando as pessoas “más” vão sempre sair na vantagem? Até quando?

A relação com o filme? A Summer foi honesta desde o início, mas ela é que é a má da história. Ela foi honesta com ela mesma, com seus sentimentos e também com ele, com os sentimentos e desejos dele. Nunca enganou ele, em nenhum momento enrolou ou algo assim. Mas né. Ela que tava errada para a maioria. Vai entender?
Ainda prefiro a honestidade, o jogo limpo, a justiça, o fazer o bem, etc e etc. Espero não ser utópica, mas acredito que um dia o jogo vá virar, e valores serão mais importantes que status.

 

 

* tenho quase certeza que já rolou esse título, publicado ou em rascunho, então né.

expectativa x realidade

14 set

(500) days of Summer.

Ultimamente, mais do que nunca, eu acho, essa história de “expectativa x realidade” anda meio que em voga. Será que finalmente as pessoas tão se dando conta de que não adianta nada esperar algo de alguém, e nem da gente mesmo, bem na verdade. A vida é uma sequência de acontecimentos que dão certo e errado, de acordo com as nossas ações. É, simples assim. Quem vê até pensa que eu nunca tive um momento de esperar algo e acontecer o oposto. Infelizmente já, mais de uma vez… mas enfim, a gente aprende quebrando a cabeça…

Hoje, assistindo mais uma vez esse filme me dou conta de duas coisas, uma delas é quando a Summer deixa bem claro que não que nada sério, isso não que dizer que ela não esteja envolvida com  guri. A outra coisa é bem no final, quando ele conhece a Autum, não adianta, quando tu estas destinado a criar expectativas,  vais seguir criando, só vais parar quando se policiar ( o que não é tarefa fácil).

Ok. Quase inevitável não criar expectativas, mas dai, fica a pergunta, até que ponto nós mesmos criamos expectativas para nós? Ou seriam os outros que o fazem? E, a gente nunca criou pra ninguém?
Pois é, ele vai no apartamento dela sabendo que “nós” iriamos dar uma festa e não ela. Portanto, a expectativa veio de onde?
essas coisas são beeeem complicadas, relacionamentos são complicados e rótulos irritantes.

Ainda fico com a Summer, na hora do pra valer, a gente tem certeza, só isso.

setembro de 2013

11 set

Entre tantas coisas que se escuta e se vê, uma hora a gente cai na real e encara o mundo de outra forma.
Sempre falei sobre acreditar no amor, em nao julgar, em respeitar e em humildade.
Pois então! Parece que acreditar e lutar por um mundo melhor seja em vão em alguns momentos….
Tento fazer minha parte, separar meu lixo, ser cordial com as pessoas, aquela coisa toda, mas agora me pego pensando: será que adianta? Já não sei mais o que adianta ou não.

Seguido escutei dizer que mulher se arruma pra outras mulheres e nao para os homens, mas acho que isso é mito! Mulher se arruma pros homens sim, para que eles a achem linda, maravilhosa, gostosa e a desejem. Triste mas real. Se nao o fosse, para que usariam decotes e saltos que machucam os pés?  Em que momento do mundo a auto estima deixou de ser mais importante que a opiniao alheia?

Hoje me peguei pensando sobre isso! Campnhas de grandes marcas de cosméticos tem abordado esse assunto, sobre o sentir-se bem acima de qq coisa, sobre nao seguir padroes, usar isso ou aquilo porque é meda, mesmo que tu se sinta mal, é seguir os seus desejos, é se sentir bem linda, bem consigo.

Quando a auto estima deixou de ser moda?
Quantas mulheres terao que se tratar de depressao e sobreviver a base de remedios por nal aceitarem o proprio corpo?
Quantos relacionamentos sem amor existiram por auto afirmaçao?
O quanto de choro alguem é capaz de chorar por se sentir feio e fora da moda?
Até quando o sentir-se bem, a auto estima e o “foda-se” a opiniao alheia, eu gosto assim, ficaram fora das paginas das revistas?

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upside down

10 set

O mundo tá do avesso e ninguém reparou?
Valores invertidos, respeito, humildade, compreensão e amizade nao existem mais. Ou é só no “meu mundo”? Desculpa, mas duvido!
De repente você esteja dentro da caixa, tão acomodado que não consegue perceber que pessoas apanham sem motivo na rua, que pessoas se matam, usam drogas de forma abusiva, que políticos roubam do povo e saem impunes.
É um mundo onde todo mundo julga tdo mundo, em que depressão virou o novo resfriado, todo mundo tem e é praticamente normal tomar mil remédios, um pra acordar, um pra dormir, um pra sorrir. Não há sorrisos, conquistas, amor. Não, não to falando em amor romântico, pfv!!!!, Tô falando em amor à si mesmo e ao próximo, to falando em não seguir modas e tendências, em ficar sem comer por dias para se enquadrar naquilo que “holywood” e a novela das nove ditam.
Tô falando na falta de pessoas que pensam, que valorizam amizades verdadeiras, a família, a sinceridade. Tô falando em amar ao próximo sem julgá-lo certo ou errado, em admirar as pessoas ao invés de invejá-las.O mundo tá inverso.
Há espionagem dos EUA no mundo todo e ninguém faz nada.
Há roubo, homicídios, assaltos, e parece que ninguém se importa.
Falta humanidade, humildade.


Antigamente se temia que as máquinas tomassem o lugar dos homens.
Aos que temiam, lamento informar, os homens se tornaram máquinas egoístas, invejosas, maldosas, que fazem qualquer coisa para conseguirem o que querem, esquecendo de valores básicos.
Aos que ainda têm alguma fé (não sei mais se tenho!), sigam acreditando e fazendo a parte de vocês. Sim, há pessoas boas mundo, muito poucas. A grande maioria tá estressada de mais dentro de sua bolha para parar e pensar, para reavaliar e repensar.

É, tantos morreram em busca de um mundo melhor. Lamento profundamente que, aparentemente, tenha sido em vão.

* me desculpem o desabafo, mas uma hora a gente passa a questionar e a desacreditar de que hajam pessoas boas o suficiente.

PINGUU!

8 set

Pingu. Desenho animado antiguissimo que eu amava quando criança e sigo amando agora adulta.
Ontem, entre tanta risada e diversão lembramos do PINGUUUUUUUU, o que tornou uma simples noite de sexta-feira divertidíssima além da conta. Risos e sorrisos como há tempos eu não dava. Conversas sinceras, sérias e besteiras. Palavras honestas trocadas. Uma delícia tão sutil, tão simples.
Pingu me remete a tempos distantes, quando tudo era tão simples e doce e o riso rolava solto, as lágrimas eram raras, e a inocência era grande.
O tempo passa, a gente se machuca, se torna forte ou frágil. Escolhi a primeira opção, uma casca grossa difícil de ultrapassar. Mas, em compensação, quando me tiram o riso fácil, dai, é tudo tão simples como antes.

A noite de ontem me fez relembrar do riso solto, da simpatia, da amizade, do romance, do frio na barriga e borboletas no estômago, da ansiedade gostosa e da insegurança boba. Me fez soltar o riso, a imaginação, a diversão.
Dias de risos e sorrisos. de gargalhadas de doer a barriga. de conversas sem sentidos, de lembranças eternas, diversas, mas  todas verdadeiras.